A culpa é das Estrelas

John Green

Editora: Intrínseca

Páginas: 288

Ano: 2013

Sinopse:

Resenha:

“Nos dias mais sombrios, o Senhor coloca as melhores pessoas na sua vida.”

Hazel Grace tem câncer na tireoide que evoluiu para o pulmão, por isso ela precisa andar com um cilindro de oxigênio e uma cânula no nariz para conseguir respirar.

Seus médicos e seus pais fazem com que ela comece a participar de um grupo de apoio com mais pacientes, ela vai contra sua vontade. Até que um dia, Isaac, outro participante do grupo com câncer nos olhos, leva um amigo para acompanhá-lo. O amigo é Augustus Waters, ele possui osteossarcoma em remissão. Durante a reunião ele e Hazel trocam olhares. Após eles conversam, nasce uma amizade, eles se aproximam cada dia mais e não demora muito para estarem apaixonados.

“Me apaixonei do mesmo jeito que alguém cai no sono: gradativamente e de repente, de uma hora para outra.”

“O câncer também é um efeito colateral de se estar morrendo.”

Enquanto Gus teme ser esquecido, Hazel acha o esquecimento inevitável e seu desejo é machucar o menor número possível de pessoas com a sua morte. Isso foi algo que ela leu no seu livro favorito, “Uma Aflição Imperial”, de Peter Van Houten. O livro fala sobre Anna, que possuía um tipo raro de leucemia, ele não tem um final, acaba no meio de uma frase, como se Anna não tivesse tido tempo de acabar. O que deixou Hazel curiosa sobre o que aconteceu com os demais personagens. Tentou escrever para o autor mas nunca obteve resposta. Sabia que ele havia mudado para Amsterdã e que não havia mais publicado nenhum trabalho.

Gus descobre o contato da assessora do autor e marca um encontro com ele em Amsterdã. Eles e a mãe de Hazel viajam para o encontro.

A viagem os aproxima ainda mais e traz revelações que mudam o destino dos dois para sempre!

“Aparentemente, o mundo não é uma fábrica de realização de desejos.”

De uma forma cômica, o autor traz a dura realidade dos pacientes com câncer. A forma como os personagens lidam com a situação nos ensina demais e sobre tudo. Quase morri de chorar e fiquei por semanas triste. Para mim, o final foi mais do que surpreendente, o Green tem o dom de me encantar até mesmo em histórias que me fizeram sofrer. Recomendo pelo impacto, pelo aprendizado, pelo choque de realidade. O livro me fez aprender a valorizar a vida que tenho de forma tão abundante, enquanto outras muito mais cedo foram privadas. Me fez aprender a valorizar o verdinho da minha grama e amar viver! Após a leitura, como na história, me apaixonei gradativamente e de repente pelo John Green e para sempre estamos em um relacionamento sério.rs

01 Comentário

  1. Lane Cruz17 ago, 2017Responder

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