A Viajante do Tempo (Outlander #1)

Diana Gabaldon

Editora: Arqueiro

Páginas: 752

Ano: 2018

Sinopse:

Primeiro livro da série Outlander, que se tornou um fenômeno mundial e foi transformada na bem-sucedida série de TV. “Um sucesso arrasador.” – The Wall Street Journal. “Diana Gabaldon tem poucos concorrentes no que diz respeito a escrever romances históricos.” – Publishers Weekly. Em 1945, no final da Segunda Guerra Mundial, a enfermeira Claire Randall volta para os braços do marido, com quem desfruta uma segunda lua de mel em Inverness, nas Ilhas Britânicas. Durante a viagem, ela é atraída para um antigo círculo de pedras, no qual testemunha rituais misteriosos. Dias depois, quando resolve retornar ao local, algo inexplicável acontece: de repente se vê no ano de 1743, numa Escócia violenta e dominada por clãs guerreiros. Tão logo percebe que foi arrastada para o passado por forças que não compreende, Claire precisa enfrentar intrigas e perigos que podem ameaçar a sua vida e partir o seu coração. Ao conhecer Jamie, um jovem guerreiro das Terras Altas, sente-se cada vez mais dividida entre a fidelidade ao marido e o desejo pelo escocês. Será ela capaz de resistir a uma paixão arrebatadora e regressar ao presente?

Uma das coisas mais difíceis do mundo é falar sobre algo que amamos, e acreditem quando digo, eu amei A viajante do tempo. Esse livro é perfeito em todas as partes que o compõem como um todo. Seja na escrita, no desenvolvimento da trama, nos personagens, na veracidade da história do período de 1743, tudo aqui se encaixa de uma forma tão bela, que faz esse livro ser perfeito a meu ver.

“Amar força uma pessoa a fazer sua escolha. Você faz coisas que nunca imaginou que poderia fazer antes.”

Essa não é uma história para alguém de estomago fraco e sensível, não é um daqueles romances de época do século XIX onde tudo são flores, essa é uma história real, sangrenta, forte e que traz o período violento que a Escócia realmente viveu.

“A verdade tem um peso que nenhuma mentira pode falsificar.”

A autora foi genial na riqueza dos detalhes, no estudo dos acontecimentos e de como era a vida nas Terras Altas em 1743, me senti lendo uma biografia sobre algo real conforme a Claire narrava à história, e isso meus caros, foi uma experiência maravilhosa, pois por incontáveis vezes me senti dentro da narrativa, vivendo no meio dos clãs guerreiros e suas lutas.

“Você não pode desfazer as coisas que fez, mas não é muito tarde para ganhar sua humanidade de volta.”

A ideia de viagem no tempo é algo que sempre me interessou, amo a trilogia De volta para o futuro. Juntando essa ideia, com a escrita criativa incrível da Diana, A viajante do tempo me ganhou da primeira a ultima pagina. Amei, compreendi, sofri, sorri e chorei com os acontecimentos ao longo da história.

“Eu mesmo posso suportar a dor, mas não aguentaria vê-la sofrer. Está acima das minhas forças.”

Entendi que algumas práticas que em nosso século são abomináveis, na Escócia de 1743 era parte do modo de vida. E essa é a dica que dou a quem pretende se aventurar pelas Terras Altas, pesquise a respeito de como era nessa época, procure entender que há 276 anos atrás as coisas jamais seriam como são hoje.

“Para tudo há uma hora certa e uma hora certa para todo propósito sob o céu.”

Claire e Jamie são dois personagens maravilhosamente bem escritos e que conquistaram o meu coração. Ela por sua coragem, sua ousadia e seu temperamento forte, provando que uma mulher vale mais que 100 homens. Ele por seu caráter ilibado, seu coração extremamente bondoso e sua força. Esses dois juntos me mostraram o que é amar sem reservas, sem limites e se dedicar de corpo e alma a vida.

Mal posso esperar pela continuação dessa série, sinto que Outlander tem tudo para se tornar uma das minhas histórias preferidas da vida. Agradecerei minha amiga Ana enquanto viver, por ter me incentivado a conhecer essa perfeição de história.

“A dura verdade é que um ato simples pode ter consequências muito sérias em lugares e tempos como estes, especialmente para um homem como eu.”

01 Comentário

  1. Marina Mafra04 ago, 2019Responder

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