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Achados e Perdidos – Uma Viagem na América

Editora: Giostri

Número de página: 188

Ano: 2016

capa livro achados e perdidos uma viagem na América

Sinopse:

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“É preciso se libertar para ser feliz de verdade.”

Resenha:

João é  brasileiro, vive com os pais e irmãos em São Paulo. Sua vida se resume em trabalhar e economizar. Cansado da rotina, de estar preso, resolve viajar de férias para o litoral do sul do Brasil com Bob, seu grande amigo, com pensamentos parecidos, compartilhavam da coragem de se arriscar e com Sandro, amigo de infância de Bob, conhecido pela sua malandragem, mesmo sendo mais próximo de Bob, a convivência fez com que João fizesse dele um amigo também.

“Mas parece que todo mundo só gosta de ti, se tu fores obediente.”

1 livro achados e perdidos uma viagem na América

Depois de muita bebedeira e festa, um desentendimento entre João e Sandro colocou um ponto final no que ele acreditava ser uma amizade e o fez refletir sobre verdadeiras amizades.

“É preciso tomar cuidado com amizades que se sustentam somente com festas.”

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Foi quando João decidiu, que em vez de voltar com eles, continuaria a viagem sozinho. Com apenas uma mochila nas costas, sem um destino certo, ele embarcou no que deu início a uma aventura, que faria muitos o chamarem de maluco.

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 “Infelizmente não podemos evitar certas tragédias, mas é nossa obrigação reagir com dignidade e seguir em frente.”

Ele rodou a América, conhecendo os mais diversos povos, costumes, aprendeu com dificuldades de verdade, passou frio, calor, amou, sonhou, se decepcionou de forma amarga, perdeu, mas reagiu, levantou, continuou, fez amigos, desapegando de tudo que pra muitos é tão precioso, achou o que há de mais valioso, a beleza, o sentido da vida. E mesmo que ele perdesse de novo, agora ele saberia onde achar!

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“…passei a julgar a vida uma oportunidade única. Foda-se se tem algum sentido. O sentido da vida é não desperdiçá-la.”

Gente, esse livro…caramba! Não sei nem por onde começar. Foi um dos mais incríveis que li e do tipo pequeno, que te faz querer muito mais! João poderia ser qualquer um de nós, já que muitos temos uma vida tão parecida. Quem nunca pensou em largar tudo e rodar o mundo sem rumo? Eu só teria levado uma câmera pra fotografar cada paisagem linda, que descritas no livro, já fizeram eu me apaixonar. Me vi no livro, nas decepções amorosas, de amizades, da vida… e me encontrei nas suas descobertas. João não apenas se encontrou e encontrou o que tanto procurava, ele faz o mesmo com o leitor. Em uma trilha sonora maravilhosa, recheado de poemas inspiradores, paisagens incríveis, um verdadeiro passeio turístico, com direito a um guia encantador, nos contando fatos históricos, geográficos, econômicos dos lugares por onde passava. Eu recomendo pra quem gosta de viajar, pra quem gosta de aprender sobre culturas, costumes, histórias de outros povos, pra quem curte uma farra ou para simplesmente os que desejam encontrar algo além do que os seus olhos limitados conseguem ver. Achados e Perdidos é mais que uma aventura, é uma lição de vida!

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Preciso agradecer Rafael, pois tudo que aprendi em poucas páginas, me mostraram que a humanidade não está tão perdida, se há no meio dela pessoas como você, que inspiram vida, humildade e aprender a respeitar o outro como gostaria de ser respeitado. Só te peço que escreva mais, o mundo precisa de leituras assim. Tem aqui uma fã, que vai sempre divulgar e acompanhar o seu trabalho.

Rafael Vazquez autor e eu autógrafo

Sobre o autor: Rafael Vazquez é jornalista com pós graduação em Análise Econômica pela Fipe/USP e especialista em Informação Internacional pela Universidad Complutense de Madri, na Espanha. Trabalha na área de comunicação há 11 anos como repórter, assessor de imprensa e relações públicas. Curioso, aventureiro e incansável na busca por conhecer e entender o mundo, além de evoluir como ser humano, é um mochileiro por natureza. Escreveu a obra em 25 dias. Em 2013, pediu demissão de um emprego estável com bom salário para percorrer todo o continente americano, dos Estados Unidos ao Brasil. Antes disso, já havia morado dois anos na Europa. Em um mundo doente, tem como objetivo aproximar os conceitos “o que eu sou” e “o que eu faço” para viver em paz.
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