a garota que perseguiu a lua

Sarah Addison Allen

Editora: Planeta

Páginas: 243

Ano: 2012

Sinopse:

Como você pode achar seu caminho? Seguindo as nuvens ou a lua? Emily Benedict foi para Mullaby após a morte de sua mãe. Ao chegar à cidade e conhecer seu avô ela percebe que os mistérios do lugar nunca são resolvidos: eles são uma forma de vida. Existem quartos cujo papel de parede muda de acordo com o seu humor, luzes estranhas aparecem no quintal à noite e Julia Winterson, a vizinha, consegue cozinhar a esperança em forma de bolos. Emily percebe que sua mãe esteve envolvida no maior mistério da cidade, e conta com a ajuda de Julia para desvendá-lo. Em Mullaby nada é o que parece.

Me falaram muito bem da editora Planeta. Fiquei tão curiosa para conhecer o trabalho deles, que comecei a pesquisar livros publicados. Me deparei com essa capa. Foi amor a primeira vista. Em seguida, li se tratar de fantasia, meu gênero favorito. Foi o que eu precisava. Primeira experiência com a editora escolhida!

Resenha:

Há uma promessa de felicidade por aí. Eu sei disso. Até a sinto às vezes. Mas é como perseguir a lua: bem na hora em que você acha que a tem, ela some no horizonte. (Página 175)

Narrado em terceira pessoa, o livro conta as histórias de Emily e de Julia, que acabam se cruzando.

O passado da mãe sempre foi um grande mistério para Emily. Mistério que foi enterrado com ela. Agora, Emily precisa morar com o avô, que ela nunca conheceu, na cidade em que a sua mãe cresceu. E o destino a leva diretamente para o jovem Win Coffey. Ele parece ter todas as respostas que ela precisa para entender o motivo da sua mãe ter fugido da cidade e nunca ter mencionado nada para ela, mas a amizade dos dois é barrada pela família de Win. Vovô Vance também não gosta de falar do passado e Emily se vê desesperada para compreender o mistério que envolve a sua mãe e a família Coffey. Ela vive com Win um aventura perigosa e cheia de revelações. E mesmo com a dificuldade entre as suas famílias, Em e Win são atraídos feito imã e se apaixonam de um jeito impossível de controlar.

Aprendi que é preciso ter coragem para se amar alguém que a sua família não aprova. (Página 219)

Julia estudou na mesma escola que a mãe de Emily. Sofria bullying por ser diferente dos demais jovens e ainda precisava lidar com a madrasta. Foi forçada a se afastar da cidade, levando um grande segredo. Anos depois, ela está de volta. Diferente por fora, crescida e bem sucedida, mas o passado que a assombrou tanto, continua na cidade. Enquanto ela tenta encarar e superar, conhece Emily, a filha de uma antiga “menina malvada” da escola. Se mostrando completamente diferente da mãe, ela encanta Julia e passam a ser amigas, mesmo com a diferença de idade. Julia tem as respostas que Em precisa, mas entende que não cabe a ela revelar, apenas amparar e apoiar. O relacionamento com Em, desperta em Julia seu lado maternal, que há tempos foi barrado. Para disfarçar a tristeza, ela faz bolos que os aromas a trazem esperança.

Nós podemos escolher aquilo que nos define. (Página 104)

Os segredos não se limitam a Emily e Julia. Mullaby é uma cidade peculiar e encantadoramente mágica.

A leitura é tão gostosa, que faz o livro parecer curto demais. A autora possui uma escrita misteriosa, que me deixou curiosa o tempo inteiro. Mas não acaba antes de revelar todos os segredos.

Sobre o livro físico, eu espero que as fotos tenham falado por mim! Se pela capa eu já desejei, vendo essas fotos dele por dentro, me diga se não precisa ter na sua estante?rsrs

Fiz essa leitura em trio, com a linda Sâm do Blog Escrituras da Alma e a nossa nova amiga Bárbara do ig @babirios_. Não deixe de visitá-las para saber o que elas acharam da leitura.

Eu amei e recomendo muito. Fazia tempo que não lia algo que me tirasse da realidade. Até procurei mais fantasias para manter essa vibe!rsrs

Nem preciso dizer que a minha primeira experiência com a editora foi um sucesso! Eles publicam amor e não apenas livros.

Alguém já conhecia?

Beijos

11 Comentários

  1. Le15 nov, 2017Responder
    • Marina Mafra15 nov, 2017Responder
      • Le16 nov, 2017Responder
    • Marina Mafra17 nov, 2017Responder
    • Marina Mafra17 nov, 2017Responder
    • Marina Mafra17 nov, 2017Responder
  2. Marília21 nov, 2017Responder

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