As cores que faltavam

Fernanda Santana

Páginas: 220

Ano: 2019

Sinopse:

Doze anos. Esse foi o tempo que passou desde a última despedida, e desde então, eles nunca mais foram os mesmos. É véspera de Natal. Não estava em seus planos ir até Guarulhos pegar um voo para sua cidade natal, mas Victor não podia deixar de lado essa data tão importante… Do outro lado do país, Anna Carolina segue sua viagem sozinha, indo de encontro à sua família. O que ela não imagina é que um forte temporal a deixaria presa no Aeroporto de Guarulhos durante sua escala. Uma chuva torrencial. Voos cancelados. E um encontro inusitado. Anna e Victor não fazem ideia do que o destino os reserva, e é num encontro inesperado, dentro de uma cafeteria no aeroporto, que a vida desses dois muda. Para sempre.

“Todas as lágrimas que lutei bravamente para segurar durante todo o dia escorrem pelo meu rosto, e sinto o gosto delas misturadas com as de Victor, enquanto unimos nossos lábios em um beijo diferente de todos os que já tivemos, pois este tem gosto de despedida.”

Uma verdade inegável sobre meus gostos literários é que eu amo um bom clichê romântico. Sim meus caros, as vezes tudo o que eu preciso é de uma história suave, onde por mais que a vida coloque alguma dificuldade pelo caminho, no fim tudo se resolve.

As cores que faltavam é mais um dos livros da minha querida amiga Fernanda Santana, e é uma honra acompanhar seu trabalho e sua evolução na escrita. A Fê é autora independente, entretanto esse livro foi lançado pela @editoraangel na Bienal do Rio de 2019.

[…] Não sei o que seria da minha vida sem você. Desde que você voltou, trouxe consigo as cores que faltavam na minha vida.

As histórias da Fê são daquelas que tocam na alma, que mexem com o nosso coração e esbanjam sentimentalismo pelas páginas. Essa não poderia ser diferente, logo no prólogo me senti tão tocada que lágrimas caíram dos meus olhos ao me dar conta da triste situação em que o casal estava destinado.

E por falar em destino, esse sempre tem seus caminhos definidos já, não importa o tempo que passe. Amei ver como a Fê trabalhou a relação dos personagens envolvendo: destino, tempo e distância. Esse se tornou o meu livro preferido dela, mas como essa mulher é uma máquina, tem muitos projetos vindo por ai haha.

Sorri, sofri e amei com essa história. A cada lágrima derramada, a cada sorriso no rosto, a cada gargalhada explodida, eu só sentia orgulho do quanto minha amiga @livros_fernandasantana é uma autora maravilhosa.

“Doze anos perdidos não foram nada se comparados á eternidade que nos aguarda. E por uma vida ao seu lado, eu esperaria por doze anos mais uma vez.”

2 Comentários

  1. Marina Mafra04 jun, 2020Responder

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