Eu destilo melanina e mel

Upile Chisala

Editora: Leya

Páginas: 128

Ano: 2020

Sinopse:

Uma nova poeta que, com sensibilidade, fala sobre o que é ser negra e mulher, sobre como nos tornamos quem somos e superamos a dor, a violência, o preconceito e os obstáculos

Uma das coisas que mais gosto em poesias é me encontrar nas palavras. Saber que existem mais pessoas que se alegram ou sangram da mesma maneira que eu, mas que fizeram disso algo tão bom ao ponto de se tornar um livro.

@beingupile escreve sobre cor da pele, sobre se valorizar, sobre amar e reconhecer valor nas nossas origens.

Amo quando começo uma leitura sem pretensão e acabo esgotando meu estoque de post-it.

Vou deixar alguns trechos que se tornaram meus favoritos:

Minha querida, você é da cor da terra, você herdou o que é sagrado. Não deixe ninguém silenciar a bondade nos seus ossos. Não deixe ninguém fazer você duvidar do seu poder. Você importa.

 

Eu escrevo poemas para você porque Deus falou o universo à existência, então não me deixe ouvir você dizer que palavras são apenas palavras, que as palavras não deixam uma marca, não mudam o mundo, não criam onde antes não existia nada.

 

Se você é amada de um jeito pequeno, por favor, lembre-se, não cabe a você fazer uma mágica para ficar com alguém com quem era melhor não ficar.

 

Sua mãe foi um mito.
Seu pai foi uma história.
Mas isso nunca impediu você de amar profundamente. Até mesmo a ausência nos ensina.

Amei e super recomendo!

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