Levana (Crônicas Lunares #3.5)

Marissa Meyer

Editora: Rocco

Páginas: 256

Ano: 2017

Sinopse:

Quem é a verdadeira mulher por trás da fascinante vilã que perpassa as histórias de Cinder, Scarlet, Cress e Winter? Neste spin-off da série de contos de fadas futuristas Crônicas Lunares, a autora Marissa Meyer revela o passado e as motivações de Levana, a cruel rainha que sonha em governar o povo de Luna. Filha mais nova ofuscada pelo brilho e charme da verdadeira herdeira do trono, sua irmã Channary, Levana teve o rosto desfigurado por queimaduras na infância e aprendeu a se camuflar, manipulando todos a sua volta com uma beleza fictícia. Assim, conquistou à força o amor de Evret Hayle, por quem sempre foi apaixonada, tornando-se madrasta de Winter quando ele perdeu a esposa no parto da filha. E seu próximo passo é tomar o trono definitivamente.

Esse é um spin-off que pode ser lido antes do 4º livro da série, pois ajuda a compreender melhor os acontecimentos de Winter, e eu só fui perceber isso durante a leitura haha, coisas da vida.

Nesse livro compreendi muito sobre a vida de Levana e sobre os motivos que a tornaram um ser tão detestável e odioso como foi apresentado na série. É claro que faço uso daquele típico termo “nada justifica”, pois de fato, nada justifica toda a maldade que Levana cometeu, mas compreender os motivos dela ser como é, foi revelador.

Amei ver essa rainha louca no auge dos seus 15 anos, e sua interação doentia com a irmã mais velha Channary, que é outro monstro. Difícil acreditar que alguém como ela pode ter dado a luz a uma das minhas personagens preferidas, mas isso é outra história rs.

Levana foi um spin-off perfeito para complementar as Crônicas Lunares, mesmo com toda a crueldade e maldade descritas nessas páginas, eu amei saber mais sobre a vilã terrível que tirou o meu sono. Mal posso esperar por Stars Above hein @editorarocco.

“Levana não viu os corpos, mas viu os quartos na manhã seguinte, e seu primeiro pensamento foi que todo aquele sangue ficaria ótimo nos lábios dela.”

“Era tão burra. Uma garota tão, tão burra. Por pensar que poderia ser admirada. Por pensar que podia ser bonita, adorada ou notada. Por pensar que podia ser qualquer coisa.”

“Channary fora uma péssima governante. Sem dúvida, a filha seria igual. Ninguém amaria esse país como Levana amava. Ninguém. Ela merecia ser rainha.”

“O amor é uma conquista. O amor é uma guerra. Eis o que eu penso do amor.”

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