MINHA HISTÓRIA

MICHELLE OBAMA

Editora: Objetiva

Páginas: 464

Ano: 2018

Sinopse:

Com uma vida repleta de realizações significativas, Michelle Obama se consolidou como uma das mulheres mais icônicas e cativantes de nosso tempo. Como primeira-dama dos Estados Unidos — a primeira afro-americana a ocupar essa posição —, ela ajudou a criar a mais acolhedora e inclusiva Casa Branca da história. Ao mesmo tempo, se posicionou como uma poderosa porta-voz das mulheres e meninas nos Estados Unidos e ao redor do mundo, mudando drasticamente a forma como as famílias levam suas vidas em busca de um modelo mais saudável e ativo, e se posicionando ao lado de seu marido durante os anos em que Obama presidiu os Estados Unidos em alguns dos momentos mais angustiantes da história do país. Ao longo do caminho, ela nos ensinou alguns passos de dança, arrasou no Carpool Karaoke e criou duas filhas responsáveis e centradas, apesar do impiedoso olhar da mídia. Em suas memórias, um trabalho de profunda reflexão e com uma narrativa envolvente, Michelle Obama convida os leitores a conhecer seu mundo, recontando as experiências que a moldaram — da infância na região de South Side, em Chicago, e os seus anos como executiva tentando equilibrar as demandas da maternidade e do trabalho, ao período em que passou no endereço mais famoso do mundo. Com honestidade e uma inteligência aguçada, ela descreve seus triunfos e suas decepções, tanto públicas quanto privadas, e conta toda a sua história, conforme a viveu — em suas próprias palavras e em seus próprios termos. Reconfortante, sábio e revelador, Minha história traz um relato íntimo e singular, de uma mulher com alma e consistência que desafiou constantemente as expectativas — e cuja história nos inspira a fazer o mesmo.

Representatividade importa! Em sua autobiografia, Michelle Obama narra como foi sua infância em Chicago/EUA, pontua os desafios de ter sido uma estudante negra em Princeton/Harvard e descreve os detalhes sobre o início da carreira como advogada.

“Minha História” conta a vida de Michelle Obama, primeira-dama dos Estados Unidos e a primeira afro-americana a ocupar essa posição. Ao narrar sua vida pessoal, Michelle relembra os bons e maus momentos vividos por ela e sua família de origem humilde, ao mesmo tempo em que nos leva a conhecer o início do seu relacionamento com Barack Obama, 44.º presidente dos Estados Unidos.

Barack era meio como um unicórnio – tão extraordinário a ponto de parecer irreal. Ele nunca falava sobre coisas materiais, como comprar uma casa, um carro, nem mesmo sobre comprar sapatos novos. Grande parte de seu dinheiro era gasto em livros, que, para ele, eram como objetos sagrados, fornecendo lastro para sua mente.

Relatos emocionantes como infertilidade, depressão pós-parto, mortes de pessoas queridas e os receios enfrentados ao chegar à Casa Branca são compartilhados sem rodeios. A primeira-dama descreve sempre de maneira simples o dia a dia de ser uma figura pública sem deixar de lado suas raízes, que ela tanto valoriza e fez questão de transmitir para suas duas filhas.

Ela também relata com muitos detalhes os obstáculos vividos por causa do racismo, como por exemplo quando descobriu que sua colega de quarto na faculdade de Princeton mudou-se após a mãe descobrir que ela moraria com uma negra.

Era impossível ser uma estudante negra de uma faculdade de maioria branca e não sentir a sombra da ação afirmativa. Eu quase conseguia ver o escrutínio no olhar de certos estudantes e até de certos professores. Eles plantavam em mim uma semente de insegurança. Será que eu estava ali apenas como parte de um experimento social?

Eu já entendia que seria medida por uma outra régua. Como a única primeira-dama afro-americana a pisar na Casa Branca, eu era “de outro tipo” quase automaticamente. Uma suposta graciosidade e direito adquirido foram atribuídos, como que espontaneamente, às minhas antecessoras brancas. Sabia que comigo não seria assim.

Uma das principais mensagens passadas por Michelle Obama em Minha história é a ideia de que nossa trajetória não é inerte. O mundo e nosso mundo particular está em constante transformação, então se reinventar é necessário e absolutamente válido.

01 Comentário

  1. Marina Mafra27 jun, 2020Responder

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