Tempo de dançar

Patricia Beal

Editora: Pandorga

Páginas: 288

Ano: 2018

Sinopse:

Ana Brassfield já planejou em detalhes sua trajetória ao palco do Metropolitan Opera House. Mas, quando menos espera, seu primeiro amor, o renomado bailarino alemão Claus Gert, volta à Geórgia para reconquistá-la. Apesar de um começo promissor em sua carreira no balé e o casamento iminente com o arquiteto-paisagista Peter Engberg, Ana se pergunta se os sonhos de dançar no Met são tão impossíveis quanto se mostrou seu envolvimento romântico com Claus no passado. Até que um beijo no palco entre Ana e Claus muda tudo. Convencido de que o beijo foi mais do que um erro que não se repetirá, Peter rompe o noivado. Com Baryshnikov, um cão idoso entrevado pela artrite, e sonhos adiados, mas não esquecidos, Ana vai morar com Claus na Alemanha. Mas o fantasma da falecida esposa de Claus, os sentimentos dela por Peter e a pressão para conquistar um lugar ao sol numa grande companhia de balé são o preço a ser pago pela busca do sucesso. Ana parece prestes a conseguir tudo que sempre sonhou, mas será o suficiente? Ana é uma bailarina profissional e está noiva de Peter, um cara que ela está completamente apaixonada. Pelo menos até reencontrar Claus, um antigo amor e que irá fazer par com ela na apresentação de Romeu e Julieta. A partir daí Ana começa a questionar seus sentimentos por Peter e em um momento de fraqueza coloca seu noivado a perder.

“A vida não é justa, e não há nada que possamos fazer a respeito” (Página 63)

Ana é uma bailarina profissional e está noiva de Peter, um cara que ela está completamente apaixonada. Pelo menos até reencontrar Claus, um antigo amor e que irá fazer par com ela na apresentação de Romeu e Julieta. A partir daí Ana começa a questionar seus sentimentos por Peter e em um momento de fraqueza coloca seu noivado a perder.

“Naquele momento compreendi que, ao contrário do que acreditara, o amor não vence tudo.” (Página 104)

Ana passa por vários conflitos durante a história, em relação aos seus sentimentos por Peter e Claus, aos seus sonhos e também em relação à Deus, questionando, em vários momentos, sua fé e a de outras pessoas.

“Não podia ser, ela era cristã. Por acaso a mentira e a inveja não estavam na lista das dez maiores proibições aos cristãos?” (Página 57)

“Já estou cheia de ver todo mundo fazendo tudo o quer e sendo muito feliz. Estou fazendo o melhor possível, e o que eu recebo em troca? Isso não é justo.” (Página 223)

Confesso que eu não sou muito fã de triângulos amorosos, mas acredito que o propósito maior deste livro não era a busca de Ana por seu amor e sim seu crescimento espiritual.

Me identifiquei com ela em diversos momentos, principalmente quando se questionava não sentindo-se suficiente e achando que sempre tinha que fazer algo para se sentir bem consigo mesma.

“Nada jamais tinha bastado para mim na vida. Queria que algo bastasse”. (Página 148)

A autora dança balé, demonstrando, assim,  bastante conhecimento acerca do assunto durante a história.

A história é narrada em primeira pessoa e prende a atenção muito fácil, de forma que li quase toda de uma vez.  A edição está super fofa e delicada! No final do livro tem um guia para leitura em grupo que eu achei muito interessante, me fez refletir sobre alguns pontos da história.

“Claro que há um problema. É da minha vida que estamos falando. Sempre há um  problema.” (Página 154)

4 Comentários

  1. Marina Mafra19 nov, 2019Responder
    • Stefânia Alves24 nov, 2019Responder
  2. Caroline Yamashita19 nov, 2019Responder
    • Stefânia Alves24 nov, 2019Responder

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