A Libélula No Âmbar (Outlander #2)

Diana Gabaldon

Editora: Arqueiro

Páginas: 880

Ano: 2018

Sinopse:

Claire Randall guardou um segredo por vinte anos. Ao voltar para as majestosas Terras Altas da Escócia, envoltas em brumas e mistério, está disposta a revelar à sua filha Brianna a surpreendente história do seu nascimento. É chegada a hora de contar a verdade sobre um antigo círculo de pedras, sobre um amor que transcende as fronteiras do tempo... e sobre o guerreiro escocês que a levou da segurança do século XX para os perigos do século XVIII. O legado de sangue e desejo que envolve Brianna finalmente vem à tona quando Claire relembra a sua jornada em uma corte parisiense cheia de intrigas e conflitos, correndo contra o tempo para evitar o destino trágico da revolta dos escoceses. Mesmo com tudo o que conhece sobre o futuro, será que ela conseguirá salvar a vida de James Fraser e da criança que carrega no ventre?

Confira a resenha do primeiro livro aqui.

Minha história com Outlander começa graças ao amor que a Ana, minha amiga incrível, sempre demonstrou por essa história. E me lembro de suas palavras antes de começarmos A libélula no âmbar “dos que já li, esse é o meu preferido”. E após chegar a ultima página desse livro, eu compreendi essa frase. Sei que temos um longo caminho pela frente, Diana precisa lançar os 3 livros que faltam, eu preciso ler os 5 que já foram lançados, mas acredito que assim como a Ana, esse segundo livro será o meu preferido da série.

“- Claire, eu sinto o sangue fugir do meu coração quando olho para você”

Esse livro possui mais de 800 páginas, mas nunca conseguirei expressar em palavras coerentes, o que essa história representou em minha vida. Intenso, real e flamejante A libélula no âmbar consolidou minha relação com o universo magnífico que Outlander possui.

“Quem éramos nós para alterar o curso da história, para mudar o curso dos acontecimentos, não para nós mesmos, mas para príncipes e camponeses, para toda a nação escocesa?”

A história começa de uma forma totalmente diferente de como o primeiro livro termina, e ao invés de ficar perdida, me senti bem curiosa em descobrir o que havia acontecido. Adentrando os caminhos da velha e da nova Escócia, passado e presente, me conectei a Claire e Jaime de uma maneira jamais sentida por algum personagem literário.

“Deixe que eu lhe diga em seu sono o quanto eu a amo. Porque as palavras que lhe digo enquanto está acordada, são sempre as mesmas, não são suficientes. Enquanto você dormir em meus braços, posso dizer-lhe coisas que soariam tolas e loucas, e seus sonhos entenderão a verdade delas. Volte a dormir, mo duine.”

Diana escreve de uma forma única que mexe com a alma e o psicológico. Enquanto me despertava inúmeros sentimentos, também me despertava uma enorme curiosidade em saber mais sobre os fatos históricos reais que estão presentes na história. Fico encantada com a habilidade que a autora tem de entrelaçar com perfeição as pontas que vai deixando soltas durante a narrativa.

“Alguns dizem que a colina é encantada, outros, que é amaldiçoada. Todos têm razão. Mas ninguém conhece a função ou o propósito das pedras. Exceto eu”.

Essa não é uma história para alguém de estomago fraco e sensível, não é um daqueles romances de época do século XIX onde tudo são flores, essa é uma história real, sangrenta, forte e que traz o período violento que a Escócia realmente viveu.

“- Acho que não vai acontecer, Claire; penso que conseguiremos impedi-lo. E se não conseguirmos, ainda assim não acredito que alguma coisa venha a me acontecer. Mas se acontecer… – Parecia extremamente ansioso agora, falando em voz baixa e ardente. – Se acontecer, quero que haja um lugar para você; quero que haja alguém para quem você possa ir se eu… não estiver mais aqui para cuidar de você. Se não puder ser eu, então quero que seja um homem que a ame.”

01 Comentário

  1. Marina Mafra26 nov, 2019Responder

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